WhatsApp é mais popular que Twitter e mais utilizado que Facebook, afirma Jam Koum.






WhatsApp tem mais usuários que Twitter e mais mensagens que Facebook

O popular aplicativo de troca de mensagens WhatsApp lançado inicialmente em 2009, já possui mais usuários ativos que o Twitter e processa mais mensagens que o Facebook. Declarou Jam Koum, CEO do WhatsApp, na Conferência D: Dive Into Mobile do site de tecnologia All Things Mobile que está sendo realizada em Nova York.

WhatsApp tem mais usuários que Twitter e mais mensagens que facebook (Imagem: Tecnodroid.com.br)



Os números do WhatsApp são grandiosos. Possui centenas de milhões de usuários e processa mais de 20 bilhões de mensagens diariamente. Para se ter uma ideia, o Twitter declara oficialmente que possui mais de 200 milhões de usuários ativos mensais e o Facebook processa cerca de 10 bilhões de mensagens diariamente, aproximadamente a metade de mensagens processadas pelo WhatsApp.


Perguntado sobre como a empresa pretende gerar receita significativa renunciando aos tradicionais anúncios no App em troca de uma baixíssima taxa anual de 99 centavos de dólar por usuário, Jam Koum afirmou: “Simples, construa uma plataforma e a receita virá. Nós estamos observando um mundo no futuro com bilhões de telefones e uma vez que isso aconteça, será extremamente fácil monetizar o negócio, mas é preciso que muito mais pessoas participem da revolução dos smartphones”.

Enquanto isso não acontece, porquê não monetizar com publicidade no App? Não existe nenhuma chance disso acontecer disse Koum, citando a política WhatsApp de anti-publicidade. “Nós temos um manifesto de oposição à publicidade e nos orgulhamos disso. Quem gosta de publicidade? Nós já somos bombardeados diariamente com tantos anúncios em nossas vidas. pensamos que os smartphones não são lugar pra isso. Colocar publicidade em um dispositivo é uma má ideia. Não queremos ser interrompidos com anúncios enquanto falamos com parentes ou amigos” disse Koum.

Mesmo com a mudança para um modelo pago (o WhatsApp era totalmente gratuito antes, agora custa 99 centavos de dólar por ano com o primeiro ano gratuito), Koum afirmou que não observou uma queda no número de usuários.

Não é a toa que nos últimos meses, rumores apontam que a empresa vem recebendo propostas de aquisição do Google e Facebook, todas negadas pela companhia que diz não estar em negociação com nenhuma empresa.



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